Escala de Maturidade Tecnológica (TRL, MRL e IRL): O que são e por que sua empresa precisa conhecer

Sumário

*Por Rafael Duarte

 

 

Introdução

No ambiente de startups e estúdios de games, é comum a empolgação em torno de novas tecnologias, mas também frequente a ausência de instrumentos que permitam avaliar, de forma objetiva, o estágio real de desenvolvimento de uma solução. Diante disso, cabe constantemente a reflexão: o que separa uma ideia promissora de uma tecnologia pronta para o mercado? E, ainda mais importante: como evitar que um produto tecnicamente sofisticado fracasse por não ter viabilidade comercial?

Não obstante a minha formação seja na área jurídica, tenho convicção de que, para atuar no assessoramento de empresas de base tecnológica, não se pode deixar de lado uma compreensão próxima das ferramentas utilizadas para medir a maturidade das soluções desenvolvidas. Isso porque esse tipo de apuração costuma ser, inclusive, utilizada por agências de fomento (BNDES, EMBRAPII, BIOTECHTOWN, CAPES ou FINEP) no processo de aprovação de projetos como ferramenta de avaliação de projetos. Logo, poderá ser o fiel da balança na hora de receber ou não recursos.

Será justamente sobre isso que falaremos nesse artigo: Escalas TRL/MRL e IRL, as principais ferramentas para mensurar a maturidade de uma tecnologia.

 

O que são TRL e MRL?

A metodologia Technology Readiness Levels (TRL) foi criada por Stan Sadir, engenheiro da NASA, em 19741, tendo como propósito a padronização do acompanhamento da evolução de tecnologias no âmbito aeroespacial.2 A sua simplicidade e consistência fizeram com que o modelo fosse rapidamente adotado por outras agências governamentais, como o Departamento de Defesa dos EUA e, posteriormente, por setores privados e industriais em todo o mundo3, não ficando restrito, portanto, a iniciativas de ordem estatal.

A escala é qualificada pela Embrapa como o ferramental disponibilizado para “avaliação de uma tecnologia de acordo com seu grau de desenvolvimento e seu enquadramento em Níveis de Maturidade Tecnológica4. Há, contudo, uma importante subdivisão nessa metodologia de apuração de maturidade tecnológica: ao passo que a TRL mede o nível de maturidade de produtos (ativos tangíveis), a MRL está voltada à maturidade dos processos de produção (ativos intangíveis), segundo definida pela própria Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a qual, desde 2018, institucionalizou a aplicação da escala TRL/MRL para os ativos tecnológicos gerados em seus projetos de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação).

Uma contribuição extremamente importante trazido pela Embrapa é a criação de uma tabela comparativa entre TRL e MRL:

Fonte: Embrapa5

 

A metodologia tem tanta relevância atualmente, que já passou por um processo de consolidação como ferramenta referencial de avaliação de maturidade tecnológica ao redor do mundo. Em 2010, foi explicitada pela Comissão Europeia para que fosse usada em projetos de P&D&I. Subsequentemente, em 2013, criou-se a norma ISO 16290:2013 pela Technical Committee Aircraft and Space Vehicles. E, por fim – e em âmbito nacional – no ano de 2015, a ABNT editou a norma NBR ISO 16290:2015, servindo para apenas introduzir nas normativas brasileiras a ISO 16290:2013 – haja vista se tratar de uma tradução literal, em conteúdo técnico, estrutura e redação.

 

Para que servem as metodologias TRL e MRL na prática?

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Portaria MCTI nº 6.449/2022, instituiu a obrigatoriedade do uso do Sistema de Medida de Maturidade Tecnológica (TRL e MRL) para todos os projetos da pasta. Em referida portaria, dois artigos merecem destaque para o fim de especificar as utilidades práticas da metodologia: os artigos 3º e 4º. 

Segundo o art. 3º da Portaria, considera-se esse sistema o “conjunto de parâmetros relacionados aos grupos de perguntas que auxiliam a equipe do programa ou projeto a identificar o nível de maturidade tecnológica“. Por seu turno, o art. 4º congloba os objetivos do Sistema de Medida de Maturidade Tecnológica, dentre os quais estão: a melhoria da alocação de recursos, o fortalecimento institucional e a identificação de oportunidades de investimento pelo setor privado.6

Em complementação, a Embrapa7 entende que as escalas propõem-se a satisfazer três aplicações principais:

a) Acompanhar o desenvolvimento de ativos tecnológicos desde a pesquisa até a validação;

b) Comparar diretamente diferentes ativos tecnológicos; e 

c) Oferecer linguagem universal para tomada de decisão por gestores, equipes técnicas e investidores.

 

As 9 etapas da metodologia TRL/MRL e sua evolução

Explicado o que se entende pela metodologia, bem como quais são seus propósitos, passa a ser necessário analisar como ela é estruturada. Trata-se de uma metodologia que se estende ao longo de 9 diferentes níveis de maturidade, de modo a percorrer todo o trajeto de evolução da tecnologia em questão, desde uma fase ainda sobremaneira embrionária (fase 1), até a fase 9, em que a tecnologia foi testada e lançada. Segue uma breve explicação8 de como esse processo se desenlaça do início ao fim:

a) Fases 1 a 3 – Contempla os níveis de “ideias”, quando a pesquisa básica foi feita, o conceito fundamental investigado e se desenvolveu uma prova de conceito;  

b) Fases 4 e 5 – Compõem o nível de protótipo, com tecnologia desenvolvida e aprovada em laboratório ou outro ambiente relevante; 

c) Fases 6 e 7 – Tecnologia em fase de validação, com demonstrações de capacidade já em ambiente operacional relevante; e 

d) Fases 8 e 9 – Nível de produção, com a tecnologia completa e aprovada, de modo que é possível concluir que tem funcionamento comprovado em ambiente operacional. 

 

Michely Correia Diniz, da Universidade do Vale do São Francisco, por sua vez, oferece uma explicação mais esmiuçada do que é desenvolvido em cada uma das 9 (nove) etapas, para fins de compreensão do que se deve buscar  como escopo ao longo dos níveis da escala TRL/MRL:

TRL/MRL 1:  Ideia da pesquisa que está sendo iniciada e esses primeiros indícios de viabilidade estão sendo traduzidos em pesquisa e desenvolvimento futuros.

TRL/MRL 2: Os princípios básicos foram definidos e há resultados com aplicações práticas que apontam para a confirmação da ideia inicial.

TRL/MRL 3: Em geral, estudos analíticos e/ou laboratoriais são necessários nesse nível para ver se uma tecnologia é viável e pronta para prosseguir para o processo de desenvolvimento. Nesse caso, muitas vezes, é construído um modelo de prova de conceito.

TRL/MRL 4: Coloca-se em prática a prova de conceito, que consiste em sua aplicação em ambiente similar ao real, podendo constituir testes em escala de laboratório.

TRL/MRL 5: A tecnologia deve passar por testes mais rigorosos do que a tecnologia que está apenas na TRL 4, ou seja, validação em ambiente relevante de componentes ou arranjos experimentais, com configurações físicas finais. Capacidade de produzir protótipo do componente do produto.

TRL/MRL 6: A tecnologia constitui um protótipo totalmente funcional ou modelo representacional, sendo demonstrado em ambiente operacional (ambiente relevante no caso das principais tecnologias facilitadoras).

TRL/MRL 7: O protótipo está demonstrado e validado em ambiente operacional (ambiente relevante no caso das principais tecnologias facilitadoras).

TRL/MRL 8: A tecnologia foi testada e qualificada para ambiente real, estando pronta para ser implementada em um sistema ou tecnologia já existente.

TRL/MRL 9: A tecnologia está comprovada em ambiente operacional (fabricação competitiva no caso das principais tecnologias facilitadoras), uma vez que já foi testada, validada e comprovada em todas as condições, com seu uso em todo seu alcance e quantidade. Produção estabelecida.9

 

A escala é, assim, usualmente representada de modo gráfico como um processo evolutivo, tendo como seu nascedouro ainda em ambiente acadêmico/laboratorial (vinculado a universidades), até, em fim, lograr sua viabilidade econômico-comercial, ingressando efetivamente no setor produtivo. 

Escala adaptada de MANKINS, J. C. Technology Readiness Levels. A White Paper10

 

Tradução aplicada para ambientes de inovação

A equipe do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec-UnB) propôs uma tradução funcional da TRL, dividindo-a em três colunas que facilitam sua compreensão por equipes multidisciplinares:

“A primeira coluna diz respeito à verificação fundamental do estágio de desenvolvimento, desde a ideação (TRL = 1) até a comprovação operacional da mesma (TRL = 9). Na segunda coluna tem-se uma indicação sobre as condições ambientais da verificação. E, finalmente, a terceira coluna indica, na prática, onde efetivamente a tecnologia é desenvolvida/avaliada/aplicada.”11

 

A tabela criada pelo Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB) segue abaixo:

Correlação entre a Escala TRL e o Ciclo de Vida de um projeto de P&D

O ciclo de vida de um projeto de inovação costuma contemplar 5 (cinco) diferentes fases: 

a) Pesquisa Básica – Trabalho experimental ou teórico realizado primordialmente para adquirir novos conhecimentos acerca dos fundamentos de fenômenos e fatos observáveis, mas sem aplicação particular ou uso em específico em vista; 

b) Pesquisa Aplicada – Investigação original realizada visando à aquisição de novos conhecimentos, possuindo, portanto, um foco em objetivo específico e prático;

c) Desenvolvimento Experimental – Trabalho sistemático, baseado no conhecimento adquirido com pesquisa e experiência prática e produzindo conhecimento adicional, que é direcionado para a produção de novos produtos ou processos ou para melhorar produtos ou processos existentes;

d) Industrialização – Processo de desenvolvimento industrial da solução tecnológica, relacionado a atividades de escalonamento, engenharia industrial e ferramentaria, numa fase em que a tecnologia segue sendo avaliada (admitindo, portanto, P&D retroativo); e

e) Produção e Comercialização – A tecnologia está validada e em pleno funcionamento, focando-se, assim, na produção.

Ocorre que nem todos os projetos precisam passar por todas as fases: melhorias incrementais e produtos baseados em tecnologias pré-existentes podem começar já na fase de Desenvolvimento Experimental. 

Como, então, compreender as sobreposições práticas entre o Ciclo de Vida de um projeto e a Escala TRL? Análise comparativa feita pela ABGi Brasil auxilia essa reflexão:

TRL 1: em linha com o conceito de Pesquisa Básica, de estudos de novos fenômenos, novas propriedades da matéria, sem uma aplicação definida;

TRL 2: neste nível estão sendo gerados novos conhecimentos já focados em uma aplicação específica, como na Pesquisa aplicada;

TRL 3 a 6: nestes níveis há a transição da Pesquisa Aplicada para o Desenvolvimento Experimental. Isso acontece pois, com base no conhecimento novo explorado nos TRLs anteriores, os trabalhos “sistemáticos” de desenvolvimento, que envolvem testes em escala laboratorial, simulações, desenvolvimento de protótipos etc., serão iniciados;

TRL 7 e 8: estes níveis requerem escalonamento do elemento estudado em ambiente produtivo para testes e validação de seu desempenho. Por isso, consideramos que ele se encontra na fase de industrialização;

TRL 9: aqui, todo o P&D expresso nas fases anteriores já foi concluído e o elemento se encontra na fase de produção e de comercialização.”12

 

Nota-se, assim, que são métodos de verificação do nível de expansão do processo criativo em projetos inovadores e científicos que não são conflitantes; são, em verdade, complementares, admitindo inegável convivência harmônica. Cabe apontar que, apesar da menção direta apenas à TRL, os mesmos critérios metodológicos são adotados à MRL, de modo indistinto. 

 

TRL e mecanismos de apoio à inovação

Essa metodologia é extremamente importante para se lograr êxito no propósito de obter acesso a financiamento público, na condição de ferramenta avaliativa recorrentemente usada por agências de fomento (BNDES, EMBRAPII, BIOTECHTOWN, CAPES ou FINEP) no processo de aprovação de projetos.

Ademais, cabe ter claro que os mecanismos de apoio à inovação devem ser entendidos como um grupo, que contempla duas espécies: a) Créditos e incentivos fiscais com redução de carga tributária (ex.: Lei do Bem); e b) Recursos reembolsáveis e não reembolsáveis provenientes de financiamentos e empréstimos realizados por agentes governamentais (FINEP, BNDES, EMBRAPII etc.).

Quanto ao nível de maturidade que legitima o acesso a tais mecanismos, há tratamentos diferentes, sendo fundamental que você esteja ciente para aumentar as chances de sucesso no processo de habilitação. 

No caso de incentivos fiscais – espécie que ostenta como maior exemplo o conjunto de benefícios da Lei do Bem -, os projetos precisam, em regra, estar entre TRL 1 e TRL 7, sendo eventualmente admitido o TRL 8 no caso de atividades de P&D retroativo.13

A mensuração de maturidade tecnológica é também essencial para acesso a recursos públicos e privados, sendo adotadas linhas avaliativas díspares a depender da instituição:

a) FINEP: apoia todos os níveis de maturidade, desde a pesquisa básica até a comercialização;

b) BNDES: também não impõe limitação de TRL, desde que a solução seja compatível com escalabilidade e mercado; e

c) EMBRAPII: restringe-se a projetos entre os TRLs 3 e 6, com foco em provas de conceito e validações.14

O risco da “miopia tecnológica” e a contribuição da IRL (KTH)

Não são raros os casos em que, a despeito de a tecnologia atingir TRL 9, ela, ainda assim, mostrar-se comercialmente inviável. Para resolver esse ponto cego da metodologia da NASA, o Royal Institute of Technology (KTH), da Suécia, desenvolveu a Innovation Readiness Level (IRL), uma ferramenta multidimensional que analisa 6 aspectos essenciais:

a) Cliente (CRL – Customer Readiness Level): entendimento do mercado e dos clientes.

b) Tecnologia (TRL – Technology Readiness Level): estágio de desenvolvimento da tecnologia.

c) Negócios (BRL – Business Readiness Level): viabilidade comercial, custos e receitas.

d) Propriedade Intelectual (IPRL – Intellectual Property Readiness Level): proteção legal da inovação.

e) Equipe (TMRL – Team Readiness Level): capacidade, experiência e coesão do time.

f) Financiamento (FRL – Funding Readiness Level): recursos financeiros disponíveis para avançar.15

 

Trata-se de uma metodologia que pretende expandir e aprofundar o que já é realizado no âmbito da Escala TRL. Isso porque o que até então era feito apenas para o nível tecnológico, passa a ser realizado – igualmente, para outras 5 (cinco) searas: cliente, negócios, propriedade intelectual, equipe e financiamento

A sua criação é, portanto, produto da aferição de uma lacuna fundamental deixada pela Escala TRL; de nada adianta uma solução tecnológica madura, mas sem aderência mercadológica. Especialmente no caso de startups que provêm de ambientes acadêmicos – com profissionais muito capacitados em suas áreas científicas -, mas que podem pecar por pouco conhecerem da receptividade do mercado a respeito do que foi criado. Logo, está-se diante de startups que, apesar de apresentarem alto TRL, contemplam baixa maturidade em negócios ou financiamento, realidade apta a comprometer severamente seu potencial de sucesso.

Abaixo segue mapa ilustrativo de como pode ser analisada a maturidade da startup de modo mais abrangente, viabilizando que medidas sejam adotadas para corrigir as fraquezas existentes em algum(as) de suas dimensões:

Fonte: Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB)16

 

Conclusão

As escalas TRL, MRL e IRL são hoje ferramentas fundamentais para qualquer empreendedor que deseje transformar uma tecnologia em solução de mercado. Elas ajudam a compreender, comunicar e planejar de forma mais precisa cada etapa da jornada da inovação.

Contudo, mais importante do que realizar uma avaliação pontual é manter esse acompanhamento de forma contínua. É necessário que os fundadores, lideranças e equipes técnicas acompanhem não apenas a evolução tecnológica de suas soluções, mas também a sua prontidão mercadológica – seja por meio da IRL ou de modelos integrados de avaliação de inovação.

Esse tipo de abordagem exige que não apenas os empreendedores, mas também os profissionais  de suas redes de apoio estejam também familiarizados com o vocabulário da inovação, ainda que venham de áreas não técnico-científicas. Isso inclui, portanto, contadores, consultores e, claro, advogados. Dessa forma, é seguro concluir que um suporte jurídico que compreende os estágios de maturidade tecnológica é capaz de construir instrumentos contratuais e estratégias societárias mais compatíveis com os riscos e oportunidades de cada etapa.

Na nossa experiência acumulada ao longo de vários anos atuando na consultoria de empresas de base tecnológica, quando todos os atores do ecossistema conseguem falar a mesma língua, as decisões são mais racionais, os projetos são mais seguros e as chances de sucesso da inovação são significativamente ampliadas.

 

Caso você tenha interesse em mais conteúdos sobre startups, inovação, Direito de Propriedade Intelectual e recomendações práticas de como extrair o máximo da sua startup, ou, ainda, pretenda ter um apoio próximo para construir uma rede mais sólida de proteção para o patrimônio da sua empresa, entre em contato conosco. Estamos prontos para ajudar sua startup a crescer com segurança jurídica. Permaneça conectado no site e nas redes sociais da Caputo Duarte Advogados, nos quais sempre entregamos conteúdo atualizado e detalhado sobre startups, games, inovação e empreendedorismo. 

 

 


 

*Rafael Duarte – Advogado, sócio do escritório Caputo Duarte Advogados, com atuação especializada em Startups, Studios de Games e Empresas de Base Tecnológica. Pós-graduando em Direito Digital e Proteção de Dados; Pós-graduado em Direito Público pela Escola Superior da Magistratura Federal do Rio Grande do Sul; Pós-graduado em Direito Negocial Imobiliário pela Escola Brasileira de Direito; Pós-Graduado em Direito Imobiliário pela Faculdade Legale/SP; Pós-graduado em Direito de Família e Sucessões pela Faculdade Legale/SP; Mentor em programas de empreendedorismo e desenvolvimento de negócios inovadores, tais como InovAtiva Brasil, START (SEBRAE), entre outros; Diretor da Associação Gaúcha de Direito Imobiliário Empresarial (AGADIE) e Membro da Comissão de Direito Imobiliário da OAB/RS.

LinkedIn

 


 

Referências

1 VERAS, Carlos Alberto Gurgel; PEREIRA, Flávio Duque Estrada Soares. Escala de Maturidade Tecnológica (TRL). Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), 2022. Disponível em: https://www.pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao/179-documentos/142-trl. Acesso em: 03 ago. 2025.

2Pimenta, Marcelo. TRL: medindo a maturidade tecnológica de um projeto inovador, 2023. Disponível em: https://marcelo.pimenta.com.br/maturidade-tecnologica-do-projeto-inovador/. Acesso em: 19 jul. 2025.

3 VERAS, Carlos Alberto Gurgel; PEREIRA, Flávio Duque Estrada Soares. Escala de Maturidade Tecnológica (TRL). Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), 2022. Disponível em: https://www.pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao/179-documentos/142-trl. Acesso em: 03 ago. 2025.

4 Brasil, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Escala de maturidade tecnológica TRL/MRL. Disponível em: https://www.embrapa.br/escala-dos-niveis-de-maturidade-tecnologica-trl-mrl#:~:text=TRLs%20referem%2Dse%20aos%20n%C3%ADveis,em%20sua%20escala%20de%20desenvolvimento. Acesso em: 19 jul. 2025.

5 Brasil, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Escala de maturidade tecnológica TRL/MRL. Disponível em: https://www.embrapa.br/escala-dos-niveis-de-maturidade-tecnologica-trl-mrl#:~:text=TRLs%20referem%2Dse%20aos%20n%C3%ADveis,em%20sua%20escala%20de%20desenvolvimento. Acesso em: 19 jul. 2025.

6Brasil, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Portaria MCTI nº 6.449, de 17.10.2022. Disponível em: https://antigo.mctic.gov.br/mctic/opencms/legislacao/portarias/Portaria_MCTI_n_6449_de_17102022.html#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20uso%20do,e%20de%20suas%20unidades%20vinculadas. Acesso em: 03 ago. 2025.

7Brasil, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Escala de maturidade tecnológica TRL/MRL. Disponível em: https://www.embrapa.br/escala-dos-niveis-de-maturidade-tecnologica-trl-mrl#:~:text=TRLs%20referem%2Dse%20aos%20n%C3%ADveis,em%20sua%20escala%20de%20desenvolvimento. Acesso em: 19 jul. 2025.

8Pimenta, Marcelo. TRL: medindo a maturidade tecnológica de um projeto inovador, 2023. Disponível em: https://marcelo.pimenta.com.br/maturidade-tecnologica-do-projeto-inovador/. Acesso em: 19 jul. 2025.

9Diniz, Michely Correia. Nível de Maturidade Tecnológica (TRL/MRL). Universidade Federal do Vale do São Francisco, 2021. Disponível em: https://portais.univasf.edu.br/nit/portfolio-tecnologico/nivel-de-maturidade-tecnologica. Acesso em: 03 ago. 2025.

10MANKINS, J. C. Technology Readiness Levels. A White Paper. April 6, 1995. Advanced Concepts Office. Office of Space Access and Technology. NASA. Disponível em: http://www.artemisinnovation.com/images/TRL_White_Paper_2004-Edited.pdf.

11 VERAS, Carlos Alberto Gurgel; PEREIRA, Flávio Duque Estrada Soares. Escala de Maturidade Tecnológica (TRL). Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), 2022. Disponível em: https://www.pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao/179-documentos/142-trl. Acesso em: 03 ago. 2025.

12 TRL – Saiba mais sobre o Nível de Maturidade Tecnológica. ABGi Brasil, 2023. Disponível em: https://abgi-brasil.com/trl-recursos-financeiros-por-niveis-de-maturidade-tecnologica/. Acesso em: 03 ago. 2025. Grifou-se.

13 Pimenta, Marcelo. TRL: medindo a maturidade tecnológica de um projeto inovador, 2023. Disponível em: https://marcelo.pimenta.com.br/maturidade-tecnologica-do-projeto-inovador/. Acesso em: 19 jul. 2025.

14TRL – Saiba mais sobre o Nível de Maturidade Tecnológica. ABGi Brasil, 2023. Disponível em: https://abgi-brasil.com/trl-recursos-financeiros-por-niveis-de-maturidade-tecnologica/. Acesso em: 03 ago. 2025.

15 KTH Innovation Readiness Level (IRL) – Nível da Maturidade da Inovação. Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB). Disponível em: https://pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao. Acesso em: 03 ago. 2025.

16 KTH Innovation Readiness Level (IRL) – Nível da Maturidade da Inovação. Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB). Disponível em: https://pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao. Acesso em: 03 ago. 2025.

 

Brasil, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Escala de maturidade tecnológica TRL/MRL. Disponível em: https://www.embrapa.br/escala-dos-niveis-de-maturidade-tecnologica-trl-mrl#:~:text=TRLs%20referem%2Dse%20aos%20n%C3%ADveis,em%20sua%20escala%20de%20desenvolvimento. Acesso em: 19 jul. 2025.

Brasil, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. MCTI institui a calculadora de maturidade tecnológica baseada no Technology Readiness Level (TRL). MCTI, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2022/10/mcti-institui-a-calculadora-de-maturidade-tecnologica-baseada-no-technology-readiness-level-trl. Acesso em: 03 ago. 2025.

Brasil, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Portaria MCTI nº 6.449, de 17.10.2022. Disponível em: https://antigo.mctic.gov.br/mctic/opencms/legislacao/portarias/Portaria_MCTI_n_6449_de_17102022.html#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20uso%20do,e%20de%20suas%20unidades%20vinculadas. Acesso em: 03 ago. 2025.

Diniz, Michely Correia. Nível de Maturidade Tecnológica (TRL/MRL). Universidade Federal do Vale do São Francisco, 2021. Disponível em: https://portais.univasf.edu.br/nit/portfolio-tecnologico/nivel-de-maturidade-tecnologica. Acesso em: 03 ago. 2025.

KTH Innovation Readiness Level (IRL) – Nível da Maturidade da Inovação. Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB). Disponível em: https://pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao. Acesso em: 03 ago. 2025.

Pimenta, Marcelo. TRL: medindo a maturidade tecnológica de um projeto inovador, 2023. Disponível em: https://marcelo.pimenta.com.br/maturidade-tecnologica-do-projeto-inovador/. Acesso em: 19 jul. 2025.

TRL – Saiba mais sobre o Nível de Maturidade Tecnológica. ABGi Brasil, 2023. Disponível em: https://abgi-brasil.com/trl-recursos-financeiros-por-niveis-de-maturidade-tecnologica/. Acesso em: 03 ago. 2025.

VERAS, Carlos Alberto Gurgel; PEREIRA, Flávio Duque Estrada Soares. Escala de Maturidade Tecnológica (TRL). Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), 2022. Disponível em: https://www.pctec.unb.br/inovacao-unb/gestao-da-inovacao/179-documentos/142-trl. Acesso em: 03 ago. 2025.

Vamos conversar?

Está gostando do conteúdo? Compartilhe !

error: Content is protected !!